Discriminação midiática
O mundo não está nem aí para os ataques das tropas de Assad contra os "campos de refugiados" palestinos, verdadeiras cidades nos subúrbios de Damasco. Diferente de Israel que quando ataca o Hamas, visa objetivos militares e procura minimizar vítimas civis, as tropas sírias destroem o que e quem estiver pela frente. Seus aviões de combate disparam contra casas prédios residenciais, ruas comerciais e mesquitas. A artilharia pulveriza um quarteirão após o outro transformando as cidades em escombros. As mesquitas sunitas (maioria da população) são alvo de Assad já há dois anos. Ainda assim, no ataque aéreo deliberado a uma delas, em área palestina, 25 civis palestinos-sírios foram mortos na destruição do templo. A mídia se calou. De nossos jornais importantes no Brasil, apenas a Folha de São Paulo deu uma pequena nota, sem foto, apesar de não faltarem fotos do ataque. Palestinos podem ser mortos a vontade contanto que não o sejam por justa reação dos judeus. Aí, o peso da mídia vem com força. Ao mesmo tempo os palestinos da Síria que inicialmente estavam ao lado de Assad (alguns grupos ainda parecem estar), começaram a publicar vídeos conclamando à execução de Assad como traidor do islã. A situação é particularmente complicada pois o Irã apoia Assad, apoia os palestinos de Gaza e de parte do Hezbollah, enquanto facções palestinas querem a cabeça do sírio alawita xiita. Confusão pouca não tem graça!
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MAS REALISTAS DO QUE O REI.
Faz pouco tempo,um fato criado por movimentos juvenis judaicos lançou confusão no Festival de Dança Israeli da Hebraica-RJ. Entrando no local do evento sem despertar suspeitas, jovens do movimento sionista de esquerda, Hashomer Hatzair, estenderam nas arquibancadas do ginásio do clube das Laranjeiras, uma faixa onde havia uma bandeira da Palestina e uma bandeira de Israel, com os dizeres: "Dois Estados para Dois Povos". Uma grande parcela do público presente à Hebraica reagiu e sentiu-se ofendida. Dizem as más línguas que pressionado, o presidente da Hebraica entrou em campo e tratou de convencer os jovens de camisas azuis a removerem a faixa definindo que ela poderia ser estendida nos pilotis, "quando o festival terminasse". A garotada do Hashomer estendeu a faixa logo que pôde alegando que o presidente do clube havia permitido. Os ânimos se acirraram e por pouco a situação não degenerou em pancadaria. Juntaram-se aos do Hashomer, jovens do Dror gritando palavras de ordem. Basicamente, gritavam que "a manifestação em contrário às ideias deles era contra o direito de expressão!" Em outra recente manifestação, jovens do mesmo Dror empunhavam um cartaz com os seguintes dizeres: "Palestinos Merecem um Estado".Você, leitor, já imaginou algum grupo de jovens do Hamas, do Hezbollah ou da Jihad Islâmica carregando bandeiras de Israel e pedindo o reconhecimento do Estado Judeu pelos vinte e dois países muçulmanos do norte da África e do Oriente Médio? Se não imaginou, nem perca seu tempo. Idiotas só mesmo existem entre nós. Agora, para que não reste qualquer dúvida, vale lembrar que não há estado palestino independente porque a liderança palestina não tomou a atitude que precisa tomar. É uma questão de vontade política. Mais fácil fica culpar Israel. (Foto do Facebook do Shomer e da organização da manifedstação em Copacabana)
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NAZISMO NUNCA MAIS!
Notícias sobre as declarações racistas e antissemitas dos líderes do partido Jobbik na Hungria, o atual partido nazista local, se espalharam rapidamente. Mas a comunidade judaica e a população reagiram. Neste domingo, dia 3, mais de 10.000 pessoas participaram de uma manifestação contra o antissemitismo e contra os políticos de extrema-direita em frente ao parlamento de Budapeste. A justa ira democrata vem em resposta ao pedido do partido Jobbik para que o governo crie uma "lista de cidadãos de origem judaica os quais representam um risco de segurança para a Hungria." Os genocídios nazistas do século vinte começaram com este tipo de lista. Um pequeno grupo de contra-manifestantes tentou atacar a multidão com gritos de "Judeus Imundos" e foi retirado pela polícia. A manifestação foi liderada por grupos judaicos e evangélicos da Hungria. Sem perder a perspectiva história, a Hungria não foi um país ocupado pelos nazistas na Segunda Guerra Mundial. A Hungria tinha seu próprio regime fascista, como a Itália, e foi país aliado à Alemanha Nazista. O número de fascistas e nazistas originais em sua população foi enorme e nem as décadas de ocupação soviética modificaram o que avôs passaram para filhos e netos. Os batalhões húngaros lutaram lado a lado com os alemães e perderam dezenas de milhares de homens na batalha de Stalingrado, contra os soviéticos (1942-43). A derrota nazista levou o governo húngaro a tentar um armistício em separado com os aliados ocidentais. Com a certeza da guerra perdida, mas mantendo um gasto financeiro impressionante para acelerar o extermínio dos judeus, a Alemanha nazista invadiu a Hungria em 19 de março de 1944. Já em abril, meio milhão de judeus húngaros foram concentrados em guetos, Os que viviam em áreas rurais foram presos e enviados aos guetos pela polícia húngara. Mas estes guetos já não eram mais como os poloneses ou soviéticos. Em muitas cidades, a aglomeração de judeus foi deixada nas ruas, ao relento. Não havia água, comida, remédios ou tratamento médico. A intenção era a de que morressem rapidamente. Policiais húngaros torturavam e roubavam os judeus nos guetos. E nenhum destes locais existiu por mais de algumas semanas. No mês seguinte, em meados de maio, começava a deportação dos judeus húngaros, em sua maioria para Auschwitz. E menos de 60 dias, 440.000 judeus foram transferidos para a morte em 145 comboios de trens. Alguns milhares destes foram enviados para a fronteira com a Áustria para cavar trincheiras e construir fortificações em regime escravo. Na Hungria, a única comunidade judaica que permaneceu foi a de Budapeste, onde em novembro, 70.000 judeus foram confinados em uma área de cerca de 6 quarteirões da cidade. Em 1941 havia 825 mil judeus na Hungria: 63 mil foram mortos antes da ocupação alemã; 500 mil mortos durante a ocupação alemã. Cerca de 225.000 judeus húngaros sobreviveram.

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CONFLITO EM GAZA - FATOS 2
Ontem foi aprovada nas Nações Unidas por grande maioria a decisão de aceitar Palestina como país, apenas como observador sem direito de voto ou membro pleno das Nações Unidas. Como tantas outras ações dessa entidade, o valor prático dessa decisão, tomada exatamente na mesma data da decisão de criar o Estado de Israel em 1947, é zero...
Continuemos comentando alguns fatos sobre os eventos em Israel e na Faixa de Gaza faz duas semanas atrás...
Fato número três – apesar dos combates, e por incrivel que pareça, Israel continuou a enviar ou deixar passar para a Faixa de Gaza ajuda humanitaria e alimentos, alimentos que foram distribuidos pelo Hamas de acordo com os seus interesses. O governo de Gaza (Hamas) também continuou a receber eletricidade (40 % das suas necesidades) e serviços de comunicação e telefonia (pelos quais não pagam até hoje um centavo....). A mesma eletricidade que permite ao Hamas construir ou montar misseis e foguetes dirigidos contra a população civil em Israel é enviada à faixa de Gaza da planta termo eletrica de Ashkelon – contra a qual foram lançados misseis ( que não acertaram no alvo...). Ninguém pode imaginar uma situação tão absurda num conflito armado, onde o agressor recebe serviços e prestações do agredido...
Fato número quatro – A participação DIRETA E ABERTA da Republica Islamica do Irã é talvez o fato mais escandaloso, pior do que isso unicamente é a ABSOLUTA E TOTAL INCAPACIDADE DE AGIR das Nações Unidas.
Tanto o Hamas como a Jihad Islamica, as duas organizações terroristas mais importantes e ativas da Faixa de Gaza agradeceram publicamente ao Irã o seu suporte financeiro e as armas que o Irã forneceu. No dia seguinte de terminar o conflito nos portos do Irã já começaram a carregar em navios destinados à Faixa de Gaza novos misseis e foguetes para substituir os que foram lançados contra cidades de Israel.
O mundo olha e não faz ABSOLUTAMENTE NADA! O Irã ESTÁ HOJE ATACANDO ISRAEL atravês de grupos terroristas desde Sinai, Gaza e o Libano – e chegado o dia que Israel decida se defender, como é o seu direito, aparecerá com certeza o coro dos hipócritas gritando que Israel é um pais agressor...
Fato número cinco – como já tinhamos escrito em outros comentários anteriores que aconteceria, a Irmandade Islámica começou a mudar a Constituição do Egito. Foi inclusive mais depressa do que acreditavamos...
A Lei da Sharia – justiça atravès do Islam e do Quran – passa a ser parte da constituição, e o presidente eleito, apesar da maioria muito pequena, controla o Parlamento egipcio, o que asegura que essa reforma será aprovada, por mais manifestações que o povo leve a cabo nas ruas...
O Inverno Árabe continua avançando. Jordania é o proximo país na lista das trevas...
A farsa de ontem nas Nações Unidas apenas reforça o conceito de muitos que Israel poderá ser eliminada do mapa. É bom ninguém se enganar – não vai ser tão fácil assim...
Yehuda Hochmann, PhD.
Arad, Deserto do Neguev, Israel, 30 de novembro de 2012.
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Eu sou a favor do boicote a produtos israelenses. Mas este boicote não pode ser "leve". Se é para boicotar, boicote mesmo, com coragem e até as últimas consequências. Vamos ajudar os companheiros do "Fórum Palestino" a boicotar Israel, prestigiando o gênio Tarso Genro, patrocinador do evento. Tomem nota de alguns produtos, inventos e patentes, de origem israelense:
• Medicamentos genéricos da TEVA, maior produtora de antibióticos e medicamentos genéricos do mundo e que também desenvolveu um fármaco para tratar o mal de Parkinson.
• Windows NT e XP desenvolvidos pela Microsoft Israel.
• Pen Drive, desenvolvido pela companhia israelense M-Systems.
• Telefones celulares, desenvolvidos pela primeira vez pela Motorola Israel, em Haifa.
• Câmaras fotográfica de celulares, desenvolvidas pela companhia israelense TransChip.
• Messenger, desenvolvido por uma equipe de quatro jovens engenheiros israelenses.
• Antivírus, desenvolvido desde 1979 em Israel.
• Sistemas de irrigação por gotejamento que minimizam a quantidade de água necessária.
• “Babysense”, produto israelense que previne a síndrome de morte súbita en bebês.
• Tecnologia para carros elétricos, em pleno desenvolvimento por empresas israelenses.
• Aproveitamento da energia solar.
• “Exoesqueleto eletrônico”, que ajuda as pessoas com paralisia a deslocar-se com maior facilidade.
• Nariz artificial,desenvolvido em Israel para detectar tumores cancerosos.
• Irrigação com água salgada, para diminuir o consumo de água doce.
• “Coplaxon”, fármaco contra a esclerose múltipla, “copolímero-1 (COP-1)”, que detém con êxito o avanço da esclerose múltipla, especialmente em sua forma exacerbada/renitente.
• Tecnología Pentium MMX, Pentium 4 ou Centrino desenhados em Israel pela Intel-Israel.
• ICQ, desenvolvido por jovens engenheiros israelenses em 1996.
• Diagnóstico do câncer de mama computadorizado e livre de radiações.
• Sistema computadorizado de administração de medicamentos, que
assegura uma administração mais eficiente, eliminando o erro humano em
tratamentos médicos.
• Projetos de segurança de eficiência praticamente total para a indústria aérea.
• Câmara de vídeo ingerível, pela Israel Givun, utilizada para observar o interior do intestino delgado, ajudando no diagnóstico do câncer e outras desordens digestivas.
• Dispositivo que ajuda diretamente o coração a bombear sangue através de sistema sensorial para enfermidades cardíacas avançadas – inovação com potencial de salvar vidas entre pessoas com insuficiência cardíaca. O dispositivo, sincronizado com as operações mecânicas do coração, funciona através de um sofisticado sistema de sensores.
• ClearLight, tratamento da acne, que produz uma luz de alta intensidade, livre de raios ultravioletas de banda estreita, que faz com que as bactérias da acne desapareçam sem destruir o tecido cutâneo periférico.
• Tecnología VOIP, que permite que as chamadas internacionais sejam simples, econômicas e acessíveis.
• Fármaco da empresa Pfizer de Israel para prevenir a cegueira.
• Conversor de resíduos radioativos em energia limpa.
• Teste para detectar a clamídia.
• Teste para detectar a hepatite A e B.
• Teste para detectar o citomegavirus.
• Teste para detectar a rubéola.
• Teste para detectar a toxoplasmose.
• Teste para detectar anticorpos HIV de alta confiabilidade em apenas dois minutos.
• Fármacos para tratar os casos de malária mais renitentes.
• Peptídeo de crescimento osteogênico (OGP), que incrementa a formação
de tecidos ósseos (importante para tratar osteoporose).
• Anticoagulantes para tromboses.
• Remédios “Decog” para o diabetes juvenil.
• Sistemas de ultrassom utilizados em medicina.
• Tomógrafos de medicina nuclear.
• Medidores de pressão sem braçadeira.
• Monitores portáteis e informatizados de ondas cerebrales.
• Tecnologia para estimular eletricamente os músculos do braço para tetraplégicos.
• Aviões comerciais que dispõem de sistema antimísseis.
• Tratamentos redutores da dor.
• Projetos de eletricidade em larga escala com energia solar e totalmente funcional.
Agora, tomara que não cobrem a mesma postura do lado de Israel. O que seria da vida dos judeus sem as incríveis invenções dos palestinos, que tornaram o mundo um lugar tão melhor?
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Israel, palestinos,
gaúchos e imprensa
Você, meu querido leitor, tem consciência dos problemas que envolvem a vida e a disputa entre árabes e judeus no Oriente Médio?
Você já teve a coragem de sequer abrir um livro cuja tese seja de defesa de uma parte e, ainda, um outro que defenda a parte contrária?
Você já conseguiu se informar sobre o assunto na proporção que lhe possibilite, verdadeiramente, sem paixões e sem preconceitos traçar uma linha de raciocínio que lhe leve a conclusões sensatas e benéficas na busca pelo equilíbrio e pela paz na região?
Caso a sua resposta seja sim, já li e concluí, você é legitimo para ter uma opinião sobre o tema.
Caso sua resposta seja não, você está, por si próprio, proibido de ter uma opinião. Você pode dizer que "acha" mas que não sabe.
Normalmente, preconceitos de judeus contra árabes e de muitos contra os judeus, montam na cabeça do preconceituoso falsas teses que defendam seu ódio, sua estupidez e sua insensatez transformada em repulsa ao desconhecido.
A explicação que se pode obter a respeito do desequilíbrio de certa imprensa na divulgação dos fatos que ocorrem no Oriente Médio, vem da obtusidade e do desconhecimento que alguns editores pensam que resolvem publicando fotos bombásticas.
Não faz muito tempo, os gaúchos, habitantes de Porto Alegre, foram surpreendidos com a atitude leviana de seu governador que aceitou, provavelmente, também sem conhecimento de causa e, talvez pelo sentimento de culpa que lhe acompanha por ser um judeu não judeu, repito, aceitou abrir as portas da cidade que é a capital de seu estado para discutir a causa palestina.
Certamente o Rio Grande do Sul, não deve ter qualquer problema de pobreza, de falta de moradia para a população carente, não deve ter filas nos hospitais públicos, não deve ter esgotos a céu aberto, deve ter escolas públicas de excelente qualidade, por isso mesmo, seu governador pode se dar ao luxo de virar as costas para os problemas de seu povo para tratar de um assunto, do qual, certamente, pouco conhece, desperdiçando os recursos da cidadania que o elegeu em atividade política contra um país amigo do Brasil, para atender meia dúzia de eleitores ou, quem sabe, atender também o seu próprio preconceito contra seus ancestrais.
Bem, fotos de crianças mortas na guerra diária de Gaza, do lado palestino, não só vendem jornais mas, mais do que isso, colocam o mundo contra o "agressor" que no caso vem a ser na verdade, o real agredido.
O Oriente Médio não é apenas palco das novelas de Glória Peres, Mashalá! É também palco de muitos mistérios que não se resolvem com a leitura esporádica de seus temas em jornais ou revistas.
Se você quer saber e opinar sobre o assunto, leia e conheça mas não se deixe levar por apelos sentimentais.
Desde que o mundo é mundo, guerra sempre foi guerra!
Ronaldo Gomlevsky
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Polacos!
"Poklosie sob ataque", noticia o jornal Gazeta Wyborcza, do lançamento do último filme de Władysław Pasikowski ("Rescaldo", em português) que está gerando controvérsia. Inspirado na história de cerca de três centenas de judeus poloneses mortos na aldeia de Jedwabne, numa Polônia ocupada por tropas nazistas alemãs, em 1941, Poklosie mostra homens, mulheres e crianças trancados num celeiro e queimados vivos pelos seus vizinhos poloneses. Analistas conservadores têm criticado o filme, argumentando que culpa uma nação inteira e apresenta uma visão falsa e unilateral de uma história em que os poloneses são mostrados como "demônios antissemitas" e "coautores do Holocausto". No entanto, como Piotr Zychowicz defende no jornal conservador Uwazam Rze, "nenhuma nação é completamente diabólica ou completamente boa. As nações são compostas por milhões de pessoas e as pessoas, como sabemos, são muito diferentes." Mais liberal, o Gazeta Wyborcza apela, por seu lado, aos críticos para pararem de confundir o "processo de limpeza" com "ideologia nacionalista". E escreve, citando o famoso livro de Tomasz Gross, "Vizinhos", que houve poloneses que mataram judeus simplesmente por dinheiro. O diário defende Pokłosie, classificando-o como "um trabalho valioso, único, no cinema polaco, reabrindo uma ferida da consciência polaca que estava apenas curada à superfície."
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